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As minhas prateleiras de Estaline

Quando regressámos à languidez do mundo burguês, fomos descobrindo a variedade de obras sobre Estaline e o grande Terror que passámos a encomendar na internet. A magnífica edição de Montefiore sobre “A Corte do Czar Vermelho” e o filme “O Divã de Estaline” fizeram-me regressar às prateleiras pontilhadas de lombadas de títulos “Estaline” acumulados em casa. Em tempos, precisámos de conhecer aquela outra revolução bem diferente da que tínhamos vivido nos corredores da Faculdade de Direito ou nas ruas de Lisboa. A edição de Montefiore mostra-nos como Estaline se apercebeu da conveniência da morte como a mais simples e eficaz das ferramentas políticas. O dogma da violência bolchevique das purgas, do extermínio dos camponeses, dos crimes da coletivização soviética é muito mais sórdido e devastador do que possa imaginar-se.

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