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As catástrofes

Subitamente, o país foi assolado por três catástrofes: a morte de 64 pessoas num incêndio, o roubo de armas pesadas de um paiol militar insuficientemente vigiado e a ausência de alguém capaz de nos fazer acreditar nas conclusões de inquéritos sérios. Em suma, três catástrofes pior que a praga dos gafanhotos que destruiu as searas no antigo Egipto. Com uma diferença: entre nós, nenhum deus foi derrubado. Para meu espanto, o primeiro-ministro manteve-se de férias e regressou como se nada se tivesse passado. Os desastres são coisas que acontecem. Quem se importa? Ninguém. Por isso, passamos à frente. Mas não devíamos.

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