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Os catedráticos revolucionários

A minha geração — a que nasceu nos anos 40 — está hoje no topo da profissão universitária. Alguns dos meus colegas, sobretudo os que leccionam cursos nas chamadas Humanidades (História, Sociologia, Filosofia, Literatura), retêm do passado o pior que ele tem, nomeadamente a veneração bacoca pelos rituais académicos, enquanto que, no dia-a-dia, se entretêm a debitar o catecismo marxista, a sebenta bourdiana ou lá o que é aquilo.

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