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Uma geração perdida

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Não é fácil avaliar o que ganharam ou perderam os jovens nascidos na viragem do século, pela simples razão de que muito depende das origens sociais. Um filho de um emigrante em França, que ali estudou e obteve boas notas, terá um emprego melhor do que o do pai; já um descendente de famílias aristocráticas que, dantes, por via das “cunhas”, tinha um emprego assegurado, poderá encontrar-se em pior situação do que aquela que os seus antepassados tinham ocupado. Infelizmente, não há estudos sobre a mobilidade social em Portugal — seria interessante estudar também a descendente — e o que se segue deriva mais da minha experiência do que de uma investigação científica.

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