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Os filantropos

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Apesar da chuva e da trovoada, ontem fui passear para os jardins da Fundação Gulbenkian. E por ali fiquei a reflectir sobre esta instituição. A minha vida teria sido outra — e infinitamente pior — caso ela não existisse, uma vez que foi com o seu apoio que consegui doutorar-me no estrangeiro. O país deve-lhe imenso: basta pensar na música que se ouvia em Lisboa antes e depois da criação da sua orquestra. Quando atravesso os jardins desenhados por Ribeiro Telles é como se estivesse a ultrapassar uma fronteira: lá dentro, reina o silêncio, a paz e a beleza; cá fora, o ruído, a confusão e a pobreza.

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