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Expresso

O avental

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No tempo em que eu festejava o dia de Natal em casa da minha mãe, era feliz e ninguém estava morto. A mesa, povoada por copos de pé alto diante de um serviço de pratos brancos, tinha ao lado um aparador com doces, frutas e vinhos. A criada de fora servia à mesa com um uniforme de gala, enquanto na cozinha a Irene e a sua ajudante se afadigavam entre tachos e panelas. A Vitória, a nossa governanta, tinha entretanto acabado o doce de castanha que fazia as nossas delícias.

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