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Expresso

Um Estado irreformável

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Nos últimos tempos, fui obrigada a renovar e a tratar de vários documentos, bem como a pagar alguns serviços: a carta de condução levou meses a germinar nos serviços, o IRS andou para trás e para a frente, a Segurança Social penhorou indevidamente a minha conta bancária, tive de pagar uma Taxa Municipal de Protecção Civil que alguns juristas declaram ilegal e finalmente preenchi o Testamento Vital, que tem perguntas incompreensíveis. Houve excepções a este panorama desolador: o cartão do cidadão e o passaporte obtidos com celeridade ímpar na Loja do Cidadão da Av. Fontes Pereira de Melo.

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