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Expresso

Manuel S. Fonseca

O sono de Manoel

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Manoel de Oliveira tinha 74 anos, acabara de filmar "Francisca", filme tão perverso como os filmes de amores torcidos, doentios, que tinham sido "O Passado e o Presente" ou "Benilde ou a Virgem Mãe", a onírica visão do camiliano "Amor de Perdição". A Cinemateca, ou o seu demiurgo, chamado Bénard, dedicou-lhe um ciclo e um catálogo, tributo ao criador que pensávamos em final de carreira. Oliveira teria mais uns poucos anos activos, dizíamos, sem saber ainda que ele era imortal.

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