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Expresso

Manuel S. Fonseca

O primo negro

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Nunca fui capitão do mato, mas quando ouvi o capitão Vinicius dizer que era o branco mais preto do Brasil, quis ser como ele. Nas praias de Luanda, da Ilha ou das Palmeirinhas, também tive tardes de Itapoã, um remanso de fazer de todo o homem um santo, calor sem tamanho, imóvel e moreno encontro de céu e mar. Era adolescente, mas as minhas noites já eram de copos e farras, iguaizinhas às que cantaram o poeta angolano Mário António, o brasileiro Jorge Amado. 

 

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