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Expresso

Manuel S. Fonseca

Emídio Rangel em Nova Iorque

Se lá estivesse o Al Pacino de "Serpico", não seria melhor. Na 5ª Avenida, à boca do metro, montara-se o inferno. Povo, polícia, o circo da televisão. Bandidos em fuga tinham reféns os passageiros do metro. Cortou-se o trânsito, fechou-se o metro. Esperava-se o som e a fúria das metralhadoras dos NYPD blues. De viagem, o Emídio Rangel e eu ficámos a ver. Deu-lhe uma ideia maluca: "Eh, pá, estes tipos não têm segurança nenhuma. Vamos atrás de uma câmara ver a caldeirada lá em baixo." Fomos.   

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