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A ver se nos entendemos

A pedestre agramaticalidade de “Me Tarzan, you Jane” nunca foi dita por Johnny Weissmuller nesses pequenos ensaios fílmicos hollywoodianos que projectaram de liana em liana a filosofia de Jean-Jacques Rousseau. Com uma cortesia de selva, Johnny bate no peito e diz apenas “Tarzan”, depois, à Wittgenstein, aponta o dedo para Maureen O’ Sullivan e diz “Jane”. Estamos apresentados.

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