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O amor das mulheres

Foi em 1994, e as mulheres, nesse tempo, ainda podiam falar dos homens com amor. A voz, que tem a delicadeza lírica dos tímidos autênticos, é a da actriz Mary Steenburgen. A graça balbuciante dela infiltrou na sala, cheia de mesas e convidados em festa, um silêncio clandestino e brando. Mary fala de Jack Nicholson, a quem o American Film Institute dá um prémio de vida e obra. E revela, sobressaltando a sala, que já adivinhava, mas não esperava ouvi-lo, que se conheceram na cama.

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