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Xé, minino

Ouvimos a palavra “ilha” e sacamos logo da pistola que dispara a velha pergunta: “O que levavas para uma ilha deserta?” Como se as toneladas de areia e solidão de uma ilha, as palmeiras que o vento finta, pudessem ser humanizadas pela bagagem de livros ou filmes, um disco, o ocioso tabuleiro de xadrez do náufrago metafísico. E Trump? Levaria Melania? Feito Robinson Crusoé, sozinho e a água de coco, Trump deixaria entrar na ilha um Sexta-Feira refugiado?

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