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Quem matou o homem?

Foi a secretária que matou o homem. Ali, onde o homem moderno morreu, qualquer Tarzan morria. As políticas de género pós-modernas podem andar a gabar-se, agitando a desenfreada certidão de óbito, mas, digo eu, têm fraco killer instinct. Muito antes de essa subtribo invadir as festas, quartos e camas com o seu sexo sanitário, morango e uma pedra de gelo, já o venerável Freud dissera que sempre que um homem e uma mulher se interpenetram — dedos de cada um dentro de cada qual — são dois homens e duas mulheres que, com sorte, se penetram, qualquer coisa e etcetera.

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