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A nova Mae West

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Tenho amigos poetas, romancistas, pintores, espíritos inquietos e brilhantes. Ouço-lhes o uivo nocturno. É um uivo que faria corar Allen Ginsberg, o morto e enterrado poeta beatnik. Os meus amigos, algumas amigas, gemem pelas altas horas da madrugada dentro — saibam os mais novos que boa parte da vida intelectual é feita de gemidos brandos. Amigos e amigas querem saber onde está o Proust contemporâneo, em quem reincarnará Picasso, se virá do Botswana ou do Azerbaijão o novo Godard.

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