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Um salto surrealista

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Vi-o dar um salto surrealista, de tomara André Breton. Foi assim que o conheci, no Festival da Figueira da Foz. Nasciam os anos 80, na sala do Casino exibira-se um filme, “Rita”, e levantara-se um escarcéu que nem Quixote e Sancho Pança. Na escadaria, esgrimi argumentos com o Eduardo Prado Coelho: ficámos como ouriços-cacheiros prontos a disparar espinhos. Ele era de uma teimosia de veludo e eu, então, um provocador de martelo e escopro. Demo-nos, depois, como Deus e os anjos, quando lhe publiquei o último livro da sua vida.

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