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A invenção do cinema americano

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“Se não podes destruir um monopólio, junta-te a ele: se não te podes juntar a ele, destrói-o.” O lema é de Adolph Zukor, judeu húngaro que chegou à América com 15 anos, órfão e 40 dólares cosidos ao forro de um fato que lhe tinham dito para nunca despir na viagem. Chegou, tirou a roupa e tomou um banho. A banheira tinha água corrente. Não se espantou: “Eu estava preparado para milagres.”
Era 1910, Thomas Edison mandava no cinema da América. Registara patentes de câmaras e projectores e defendia-as a tiro. Só entrava no negócio quem pagasse a licençazinha que ele passava. Foi o que doeu a Zukor, ao meter-se nos filmes. Não lhe custava pedir licença, custava-lhe não ser ele a passá-las.

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