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Dorothy Parker escreveu poesia, contos e também muita sátira. Bichos-caretas como eu, que conheçam um terço da história da “New Yorker”, sabem que ela foi uma das almas, não necessariamente penadas, dessa famosa revista. Parker era a única mulher a integrar os almoços diários do Algonquin Round Table, círculo literário temido pelo seu humor negro. Um dia, alguém veio dizer que Calvin Coolidge, lento e sorumbático Presidente dos EUA, tinha morrido. “Mas como é que eles percebem a diferença?”, perguntou Dorothy com doce candura.

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