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Expresso

Pistola à cinta

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Cantora de boleros, mexicana e predadora por opção, Chavela Vargas tem uma vida desenhada para filme. E o cinema fez-lhe justiça: nos filmes de Almodóvar, que tão bem lhe pilha a música, e no documentário que lhe produziu o meu amigo Alvaro Longoria. Não são filmes, são ramos de flores. A voz de Chavela era mais do que flores. Que voz era? Não sei se diga rouca, se diga transgressora. Por muito que goste dela, e gosto, Chavela não é a minha cantora de boleros favorita, mas é a que tem a biografia mais excitante.

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