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Expresso

O elogio da traição

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É preciso trair. O mais abnegado dos gestos não é o de quem fica para sempre amarrado à mesma rua, às mesmas fidelidades, aos mesmos amigos e crenças. Podem cantar-me a virtuosa e inamovível coerência de Salazar ou Cunhal, esse juramento de granito aos mesmos princípios, essa inabalável firmeza perante terramotos e maremotos. Não me enternecem.

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