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Expresso

Quem quer filmar Kant?

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Com despudor e venialidade, em crónica anterior, exibi a língua de Sarita Montiel. Uma língua, por elástica que seja, não é, dizem-me, assunto nobre. Vinha penitenciar-me e tropeço em Immanuel Kant. Já sabia, fosse ou não por imperativo categórico, que ele lhe bebia bem. Kant carregava-lhe no tinto com, digamos, uma alegria sintética a posteriori. O que eu não sabia é que o regularíssimo filósofo experimentou também as incertezas de interesses românticos. Nunca casou, mas, por fraquíssimo que fosse, manteve comércio com o outro sexo. Prova-o o excerto de uma carta que o mestre escreveu a uma senhora não identificada.


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