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Expresso

Um mar de sangue

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Talvez não se lembrem da cena. Guardei-a na mais esconsa gaveta da minha mente. Al Pacino e Ellen Barkin entram no apartamento dele. Ela dá-lhe um empurrão ofegante. “What?”, diz ele, com a brutal economia do inglês que os americanos falam. Na parede, dois pintalgados desenhos infantis tapam os olhos para não verem o desalmado calor que vai de um corpo ao outro. Ellen tem a respiração ofegante do touro que investe, a gravata de Pacino está já obscenamente amarrotada. Ellen ataca, vira-o de costas.


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