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L’État c’est moi, l’État c’est à moi

A expectativa quanto ao dia seguinte às eleições de agosto em Angola tem vindo a aumentar. Embora o país não seja o centro de África e muito menos do mundo, o que muitos querem bacocamente fazer crer, é de qualquer maneira uma questão legítima em Angola ou fora dela. E nesta última situação naturalmente está Portugal. O país continua a fazer uma caminhada penosa e que se prevê longa. A catadupa de notícias económicas no ambiente externo e que interessam diretamente a Angola e as de cariz interno não têm sido famosas.

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