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Em prol da universidade em África

Criar condições para impedir a saída dos seus países de quadros africanos licenciados e cientistas continua a ser um enorme desafio. Foi com esta tónica que a crónica anterior terminou. A chamada ‘fuga de cérebros’ ocorre por duas vias e não é exclusivo de África: ou os estudantes que vão fazer estudos universitários ou pós-graduações no estrangeiro acabam por ficar nestes países (por fatores de atração) ou aqueles que se formam em África por alguma razão abandonam a sua terra (fatores de repulsa). As consequências são pesadas para países tão carentes de capital humano. Tomemos, por exemplo, o caso das universidades.

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