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Descortinar para lá da conjuntura

Diante de dados estatísticos que vão sendo publicados em relatórios de organismos nacionais ou internacionais ou ainda de empresas de consultoria, um dos cuidados a ter é separar o que é de curto prazo e o que evidencia claramente uma tendência. Ambas as leituras têm a sua razão de ser e devem complementar-se. Olhando para duas recentes publicações da Ernst & Young, “Africa Attractiveness Survey” (2015) e “Africa Attractiveness Program” (2016), desde 2007 que se assiste a um sobe e desce do número de ‘projetos de raiz’ no continente, sendo que em 2015 ainda não se recuperou o nível de 2008.

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