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A estratégia da bejeca: sai ou não?

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Não é de agora que a bejeca é vitoriosa em Angola, vem do tempo colonial (Cuca e Nocal). Após a independência e diante da desindustrialização a que se assistiu e que perdura, o sector cervejeiro foi vitoriosamente aumentando a sua capacidade de produção. Um êxito. Após 1992 a procura disparou e locais e não locais (com destaque para os Costinhas, Duartinhos e Motinhas, assim ironicamente apelidados os trabalhadores das construtoras portuguesas) bebiam-lhe bem. Houve que acelerar a importação.

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