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O cimento que mantém a Caixa

Vamos imaginar que o Governo era de direita e que anunciava um plano de reestruturação da Caixa Geral de Depósitos com uma previsão de duas mil saídas de trabalhadores e o encerramento de 180 balcões. Teríamos a esquerda na rua e, claro, nas televisões a criticar o “desmantelamento” do banco público, o ataque aos trabalhadores e às populações que serve. Uma medida seguramente necessária para salvar a Caixa seria, nessa hipótese, o resultado das políticas neoliberais da direita. Agora, como o Governo é de esquerda, a “coisa” passa sem um protesto do PS, uma declaração exaltada de Catarina Martins, uma conferência de imprensa de Jerónimo de Sousa ou uma manifestação no Terreiro do Paço.

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