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O cordeiro pascal

Quarta-feira de cinzas, início do período pascal, levou Paulo Núncio ao Parlamento, qual cordeiro sacrificado por antecipação. Foi um sacrifício promovido pelo próprio, exercício raro tanto na natureza como na política. Neste tempo de jejum, o antigo secretário de Estado dos Assuntos Fiscais é um homem só. Atacado como vítima pelos opositores, abandonado pelos seus. Sem se perceber muito bem o que se estava a passar, a líder do seu próprio partido foi rápida a aceitar um pedido de demissão embrulhado com um elogio fúnebre de circunstância. Depois disso foi lançado às feras.

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