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Ai, Centeno, Centeno!

Mário Centeno não é o primeiro e provavelmente não será o último a trocar o chapéu de economista pelo chapéu de político, metáfora que nos idos de Cavaco Silva custou o lugar de ministro das Finanças a Miguel Beleza. A um técnico exige-se rigor, um político atua no cruzamento das meias-verdades com as meias-mentiras. O técnico não pode dizer uma coisa hoje e outra amanhã. Um político pode fazê-lo porque acha que isso faz parte da sua arte. O problema é que Mário Centeno mudou de forma tão atabalhoada que enterrou o chapéu político até ao pescoço, deixando à vista de todos o desconforto desta sua nova condição.

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