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Caixinha de surpresas

Conheço António Domingues há muitos anos e tenho por ele uma enorme estima pessoal e profissional. Elogiei a sua escolha para presidente da Caixa Geral de Depósitos porque o considero competente para o cargo. Não tenho dúvidas de que com ele a Caixa será um banco e não um instrumento de interesses, de compadrios e amizades espúrias, como tem sido muitas vezes. Disse-lhe, em conversa que tivemos há uns meses, que a discrição que caracterizou a sua carreira iria acabar. Infelizmente esta minha previsão concretizou-se mais rápido do que poderia imaginar. Dito isto, é indesmentível que o Governo conduziu este processo da pior maneira possível e deixou a nova administração da CGD numa situação frágil. Pelas seguintes razões.

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