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Expresso

Os interesses (de direita e de esquerda)

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A crise dos últimos quatro anos teve uma consequência benéfica. Destruiu uma parte dos interesses instalados. A queda do grupo Espírito Santo simbolizou o fim de um tempo, de total conúbio entre uma parte do sector financeiro e o Estado, que permitiu a alguns banqueiros, políticos e gestores dominarem os centros nevrálgicos do poder económico em Portugal. A destruição de valor resultante desses anos terríveis é esmagadora e vamos pegá-la por muitos anos. Digamos, para simplificar, que foi um rude golpe no “centrão” que dominou a política portuguesa desde que PS e PSD se juntaram no IX Governo Constitucional, entre 1983 e 1985.

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