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Expresso

Avante, camaradas!

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Ele aí está, o “acordo” da esquerda. As aspas estão justificadas. Não é um, mas três. Não há fome que não dê em fartura. Um mês e meio a (re)escrever a história a coisa acabou como começou e decorreu. Quase clandestina, meio envergonhada, assinaturas separadas e longe dos holofotes. Não há motivos para festas. Não, na realidade não há. Os documentos só asseguram o mínimo. E o mínimo era substituir o governo de Passos Coelho por um governo de António Costa. Tudo o resto é uma incógnita e, não há como dizê-lo de outra forma, uma mentira.

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