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Watson

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Desde há décadas que ouvimos a repetida promessa do “admirável mundo novo” da inteligência artificial (IA). Filmes como “2001 Odisseia no Espaço” apresentam-nos um futuro distópico em que computadores ou robots inteligentes substituem, ou inclusivamente dominam, os seres humanos. No entanto, quando queremos aceder a um serviço por telefone ou pela net, os sistemas “inteligentes” parecem tudo menos inteligentes: suspiramos pela ajuda de um ser humano. Os atendedores automáticos são tão “estúpidos” que é difícil levar a sério as “promessas” ou “ameaças” do que a IA implica para o nosso futuro.

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