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Teatro

Sempre senti que o teatro faz parte da vida do cidadão. Em estudante não perdia uma peça em Lisboa, boa ou má. Chorei quando o D. Maria II ardeu em 1964, e marquei presença na reposição da azarenta ‘peça escocesa’ (“Macbeth”) no Coliseu. (Guardo ainda a folha de sala impressa em papel queimado.) Dois anos depois, ao chegar a Oxford, vi “Génousie”, de René de Obaldia, produzida e representada por membros do Experimental Theatre Club, todos estudantes universitários — o mais completo espetáculo de teatro que me fora dado a ver até então. Nunca mais parei.

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