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A política e a química

Agora que a poeira assentou sobre a morte de Mário Soares, quero testemunhar que lhe devo aquilo que é mais importante na minha vida: a liberdade. Não me pronuncio sobre o homem, que mal conheci. Só me encontrei com ele duas vezes: a primeira, no início da minha carreira docente, cerca de 1965, em sessão do Tribunal Plenário (na Má-Hora), quando fui testemunha abonatória de um aluno meu, preso por atividades subversivas. Dizia-se que Mário Soares era um mau advogado.

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