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Expresso

Hemingway

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Fiz o curso dos liceus a ler Hemingway. Primeiro, em tradução portuguesa; depois, após três anos de inglês, no original, com e sem a ajuda do dicionário. E continuei, Técnico (IST) fora, enquanto estudava Engenharia Química. Habituado ao romance europeu (português, francês, inglês e russo), o ‘Papa Hem’ fora para mim o choque do novo. Aquela prosa simples e escorreita, meio literatura, meio jornalismo, fascinava-me. O Prémio Nobel em 1954 parecia mais do que justo. Entretanto, começara a ler também os outros americanos com sabor a terra: Faulkner, Steinbeck, Caldwell.

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