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Expresso

Hamlet

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No píncaro da minha anglofilia está o “Hamlet”. Os sons, as palavras, os decassílabos, as frases, os solilóquios, as cenas, as imagens (sim, o ator com a caveira na mão) — todos dolorosas entradas bistúricas, para o bem e para o mal, nos confins da alma humana. Quando visitei a Dinamarca fui a correr a Elsinore, e o meu quarto é hoje dominado por um enorme cartaz da peça ali representada em 1954 pela companhia do Old Vic, com Richard Burton e Claire Bloom.

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