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Expresso

Paraíso na areia

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Todo o teatro de Eugene O’Neill (1888-1953) é autobiográfico. A família continha personagens suficientes para várias tragédias gregas. Meia centena de peças, quatro Prémios Pulitzer e o Prémio Nobel (em 1936). Uma das peças, “O Luto Fica Bem a Electra” (1931), é baseada na “Oresteia”, de Ésquilo. Pai, ator de sucesso; mãe, morfinómana; dois irmãos mais velhos, Jamie e Edmund; morte de Edmund por descuido de Jamie; gravidez indesejada da mãe (com Eugene) para substituição de Edmund; mãe viciada em morfina na sequência de parto complicado; vida errante, tuberculose e alcoolismo; culpabilidades e remorsos vários. Está tudo na obra-prima póstuma.

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