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Expresso

João Vieira Pereira

Sobre a anatomia do crime

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Confesso-me estarrecido. Pensava que por esta altura já estaria imune às trapalhices do caso Espírito Santo. Mas folhear as páginas da auditoria forense é como percorrer um detalhado manual de instruções de como destruir um banco. Em 40 páginas apenas, ficamos com o mapa detalhado da anatomia do crime. E o crime, ou os 21 alegadamente detetados, mostram que, se dúvidas havia, os culpados se sentavam num gabinete tripartido no último andar do edifício da Avenida da República.

 

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