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Crónica dos bons malandros

As decisões vinham de cima. O Departamento Financeiro, Mercados e Estudos, liderado por Isabel Almeida, executava. Entre 2009 e 2014, através de uma empresa sediada na Suíça, a já famosa Eurofin, foram retirados ao Banco Espírito Santo €3 mil milhões. No final o ‘desfalque’ acabou por ser menor. Devido às recompras entretanto feitas, ficou-se por uns ‘singelos’ €1,3 mil milhões. Ganhos que eram canalizados para fora da Eurofin, para alegadamente suportar os vícios do Grupo Espírito Santo. Entre eles, os pagamentos do saco azul do GES.

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