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Da miopia e do Sebastião

O banqueiro português do início do milénio financiava poder em vez de negócios. Deu milhões a pedido e lidava com o risco com base num plano de controlo de empresas e negócios. Bastava ficar sentado no escritório a gerir a sua agenda. Escolhendo a dedo quem deixava entrar no seu clube restrito. Juntava-se com os seus pares para decidir quem era quem. Lançavam os dados, criavam empresários, imaginavam negócios que se tornavam realidade com a mesma facilidade com que se esfregam as mãos.

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