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Paulo Macedo

Depois de mim virá quem bom de mim fará. Este provérbio dificilmente se aplicará a António Domingues. Não só porque o agora ex-presidente da Caixa nem três meses ocupou oficialmente o lugar, mas porque deixou uma imagem muito negativa na instituição. Não o fez sozinho. Teve a ajuda preciosa de vários elementos da sua equipa e o contributo especial do Governo e do Presidente da República.

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