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Ó PERES, 
dá cá o meu

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A existência de perdões fiscais não é em si um mau caminho para recuperar dívidas. Já a sua banalização é um erro brutal. Se o agente económico acha que a melhor escolha é não pagar agora porque no futuro irá haver qualquer espécie de atenuante para o fazer, está a criar-se um incentivo ao não cumprimento a tempo e horas das obrigações fiscais. Este Governo não é diferente de outros que usaram o mesmo estratagema para arranjar mais dinheiro. O Programa Especial de Redução do Endividamento ao Estado (PERES), tem exatamente esse objetivo. O Ministério das Finanças quer, em dois meses e meio, salvar a receita do ano com um ato desesperado.

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