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Expresso

O tudo ou nada

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O procurador Rosário Teixeira é há muitos anos descrito por alguns dos seus pares como um magistrado competente, seguro e determinado. Um homem que investiga de forma obstinada. Aliás, esta tenacidade e o desejo de tudo descobrir antes de acusar estão na origem da maior das críticas que lhe costumam ser feitas: leva eternidades a terminar os processos e a avançar com acusações. Exemplo maior é a ‘Operação Furacão’, iniciada em 2005, que vai dando receitas mas não condenações e levou ao desespero o anterior procurador-geral da República, Pinto Monteiro; ou a ‘Monte Branco’, também por encerrar; ou a da Universidade Moderna, que, segundo se disse na altura, terminou por pressão do também ex-PGR Cunha Rodrigues, que estava a acabar o mandato e queria o caso em tribunal. 


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