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Öskar Gröning (1921 - 2018)

Oskar Gröning, que morreu no passado dia 11 num hospital alemão, à espera de estar suficientemente bem de saúde para ser admitido na cadeia onde iria cumprir quatro anos de prisão, um dos últimos alemães a serem condenado (e a verem indeferidos todos os pedidos de perdão e de amnistia) por crimes de guerra ligados ao Holocausto, no seu caso por cumplicidade no assassínio de 300 mil judeus húngaros, deportados em 1944 para o campo de exterminação nazi de Auschwitz, na Polónia, onde ele, cabo das Waffen SS exercendo funções administrativas (antes da guerra fora caixa num banco) recolhia, ordenava e remetia depois para Berlim os dinheiros retirados aos presos levados para o campo, antes de estes serem encaminhados para os fornos de gás. (Havia moeda grega, italiana, francesa, polaca, holandesa, checa, até dólares americanos, além de marcos: a caça ao judeu abrira em toda a Europa ocupada).

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