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Paul Bocuse (1926 - 2017)

Paul Bocuse, Deus, ou Papa ou imperador ou rei da gastronomia moderna — segundo diferentes elogios fúnebre que dele se puderam ler, entre os muitos publicados na sua França natal desde o último fim de semana (nos Estados Unidos, o Instituto Culinário da América chamara-lhe em 2011 “o Chefe do século”) — que morreu quando dormia na madrugada de sábado passado na sua casa de Collonges-au-Mont d’Or, perto de Lyon, foi figura ímpar de um ofício que tem em França prestígio ainda maior do que o de toureiro a pé em Espanha e, nas últimas décadas, se expandiu para fora do Hexágono e acrescenta ao luzimento internacional da cultura francesa (entre amigos dos animais, há inimigos figadais do foie gras — assim como há inimigos mortais de corridas com touros de morte —, mas são uma gota esquecida no mar de gourmets constantemente à espera de refinar cada vez mais os seus gostos nas sábias declinações de Bocuse e dos seus pares).

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