Siga-nos

Perfil

Expresso

Benjamin Barber (1937 - 2017)

Benjamin Reynolds Barber, que morreu em Manhattan na passada segunda-feira, dia 24, depois de luta vã contra cancro do pâncreas que, desde o diagnóstico, não levou mais que quatro meses para dar com ele em terra, foi o que, nos Estados Unidos da América, se costuma chamar um ‘intelectual público’, isto é, alguém que, de poleiro académico prestigioso (e, dantes, bem pago: há cinquenta anos, um professor de Harvard não comparava mal em proventos com dentistas, cirurgiões ou até advogados na moda; hoje fica-lhes abaixo) e normalmente a seguir a publicação de livro com sucesso de vendas, podendo atingir posições altas nas classificações mensais de best-sellers, apreciadas por livreiros e leitores, vai ganhando prestígio junto do público e se torna às vezes mentor no seu campo de investigação de algum político estadual ou nacional, pertencendo o político as mais das vezes ao Partido Democrata (embora tenha havido também políticos do Partido Republicano que estenderam confiança e crédito a académicos de prestígio, sendo caso paradigmático o de Nixon e Kissinger): Barber, embora fora da Casa Branca, foi conselheiro especial do Presidente Bill Clinton.

Para continuar a ler o artigo, clique AQUI
(acesso gratuito: basta usar o código que está na capa da revista E do Expresso. pode usar a app do Expresso - iOS e android - para fotografar o código e o acesso será logo concedido)