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Levi Felix (1948 - 2017)

Levi Felix, que morreu em Pismo Beach, Califórnia, no passado dia 11 de Janeiro, depois de quase um ano de luta sem quartel e em todos os quadrantes contra o cancro, glioblastoma em partes do hemisfério esquerdo e no lobo frontal direito do seu cérebro, diagnosticado em Fevereiro do ano passado quando clínicos pesquisavam razões das dores de cabeça quase constantes e desligadas de motivo aparente que haviam passado a apoquentá-lo, luta a que a sua maneira de ser e de viver, cultura californiana do século XXI na base e, sobre esta, intensidade, dinamismo e optimismo particulares que a gente que o conhecia jamais encontrara em qualquer outra pessoa e faziam dele um profeta e um chefe (profeta e chefe especiais, desprovido como era de ambição de poder pessoal e de propósito inabalável de convencer os outros — a bem mas, se fosse preciso, a mal — da bondade exclusiva da sua visão), daria contornos e visibilidade próprias quer no ataque à doença, em que até métodos experimentais sem provas dadas foram tentados, quer na difusão, angariadora de fundos para tratamento, da existência dela e das maneiras de financiar vias de recuperação em que campanha na web, dirigida por sua mulher — namorados há uma década, viriam a casar-se em Novembro passado — foi determinante.

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