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Stephen de Mowbray (1925-2016)

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Stephen de Mowbray, que morreu na terça-feira, 4 deste mês, em Lymington, Inglaterra, onde nascera e o pai fora ilustre cirurgião, e onde fora viver depois de, em 1979, se ter reformado do serviço de contra-espionagem britânico — conhecido por MI6 — dedicando-se a jardinagem, horticultura, releitura dos seus livros favoritos e atenção perene ao que ainda, cada vez mais raramente, fosse vindo a público ou de outra maneira qualquer chegasse ao seu conhecimento, sobre a questão mais importante de que tratara na sua vida profissional — decorrida toda durante a Guerra Fria, desde o tempo em que ela era renhida e ninguém sabia ao certo quem a ganharia — e se transformara numa obsessão para este patriota, fossão de trabalho: a infiltração provável dos serviços secretos britânicos — espionagem e contra-espionagem — a muito alto nível, pela União Soviética que vivia, desde a sua criação, governada por poder paranoico “contra o mundo”, embebido em constantes boatos de conspiração.

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