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Leonid Plyushch (1939-2015)

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Leonid Plyushch, que morreu na manhã do passado dia 4 nos arredores de Paris onde vivia desde que, sob pressão internacional de muitas organizações dedicada aos Direitos Humanos (distinguindo-se em particular associações de matemáticos e a Amnistia Internacional), acabara por ser autorizado a deixar a União Soviética de Leonid Brejnev com a mulher e os filhos em 1976 depois de longa perseguição que incluíra três anos de internamento em hospital psiquiátrico, condenado por tribunal que não reunira em público, não o fizera comparecer vindo da cadeia onde há mais de um ano aguardava julgamento e não convocara quaisquer especialistas em doenças mentais mas entendera exibir o réu “ilusões reformistas”, “elementos messiânicos” e “esquizofrenia incipiente” que exigiam terapêutica apropriada, internado em enfermaria cheia de psicóticos profundos, onde lhe administraram repetidamente, entre outras drogas, insulina e haloperidol.


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